CARD - BATTLE OF LOS ANGELES


LOCAL DO EVENTO
Global Theatre - Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos
Capacidade: 2.000 pessoas

THEME SONG
Code of the West - Barbarian Overlords

POSTER PROMOCIONAL

CARD

Promo: Quem está por trás da Wrestling Society ?
As redes sociais entraram em choque com a revelação do lançamento da Wrestling Society pelas mãos do ex-treinador de futebol Paulo Turra, mas foi revelado que ele não é o dono desta empresa e nem quem está por trás do projeto.

Battle of Los Angeles - One Night Only
Para coroar o primeiro World Heavyweight Champion da empresa, teremos o Battle of Los Angeles, um torneio de 13 participantes com uma 3-Way Elimination Match na grande final do torneio.

Regras: Cada competidor deverá fazer 2 promos. A primeira deverá abordar seu oponente na primeira rodada, e a segunda deverá abordar sua possível passagem para a final do torneio.

Cada promo deverá caber somente em um comentário, sendo proibido separar cada uma em dois ou mais comentários para deixá-las mais longas.

Prazo: Sábado - 28 de fevereiro - 23:59

Comentários

  1. "Em uma sala totalmente misteriosa, Shinsuke Nakamura estava sentado em seu trono, usando um manto grande e uma grande coroa que faz relembrar seus tempos na NJPW. Ele acaricia o trono enquanto levanta seu rosto para olhar para a câmera"

    Antigamente, eu costumava me sentir no topo do mundo, como um verdadeiro rei. Eu fiz o meu nome muito jovem, fui considerado uma das joias raras que iriam carregar a NJPW. E bem, eu consegui esse feito. Aos 20 e poucos anos, eu ganhei meu primeiro título mundial, mas todavia entretanto, eu não fui tão recebido. Mesmo sendo um lutador de MMA, que era o que Antonio Inoki queria, todos os holofortes acabaram indo para outros lutadores, principalmente pro meu eterno amigo Hiroshi Tanahashi. Cada vez que ele subia e carregava a empresa, eu ficava para trás, me sentindo tão vazio. Foi então que decidi mudar, e com essa mudança, eu me tornei um verdadeiro rei. Eu trouxe glória para a NJPW, principalmente para o novo título que a empresa tinha criado naquela época: o IWGP Intercontinental Championship. Depois de ter passado isso tudo, eu decidi que iria para águas mais profundas, e então me mudei pros Estados Unidos e fui pra WWE. Só que ai, mesmo eu tentando o meu "máximo", eu não era mais o mesmo. Os meus fãs que me adoravam, agora me menosprezam, me odeiam, porque para eles, eu estava ultrapassado, longe do meu auge, e ainda era considerado um preguiçoso. Isso me desanimou e muito. Eu construí um império com meu nome, e em menos de alguns anos, eu fiz ele desabar. Eu achava que não teria mais como eu voltar e recuperar a minha glória, mas graças a Deus que eu estava errado. Enquanto eu ficava em meus profundos pensamentos, recebi uma chamada. Era o dono da Wrestling Society, que estava contratando seus primeiros lutadores para um torneio de coroação. Isso pra mim acendeu uma chama em meu espírito, eu não poderia recusar uma oportunidade dessas, além disso, ele prometeu que qualquer lutador que foi esquecido ou que ficasse ultrapassado, seria lembrado e voltaria ao seu auge. E bem, essa é a minha única chance por agora, e eu não vou desperdiçar.
    Alberto, eu sei que sente a mesma coisa que eu, entretanto nós dois temos diferenças. Você quando estreou naquele lugar, você conquistou glória, títulos principais, e fez o seu nome. Entretanto, você por trás desse caráter e marra, você é um homem frágil que acabou quase destruindo toda sua carreira. Você quis mais, mas pra onde você fosse, todo mundo só lembrava do homem que agrediu uma garota, e olha, isso é bem deplorável. Então, você decidiu que iria voltar pro México, pois lá ninguém iria te julgar. Entretanto, você ainda é um homem que causa polêmicas, e por isso eu não posso deixar você reinar essa empresa no meio lugar. Não me leve a mal, Del Rio, eu reconheço sua capacidade, mas só eu que obtive o título de Rei do Strong Style, e além disso, você não carregou uma empresa no midcard. Eu não brinco em serviço, Del Rio, pois posso ter ego como você, mas eu tenho o que você não tem: inteligência, sabedoria, e truques melhores sem precisar de objetos baratos. Você e meu próximo adversário vão acabar reconhecendo isso. Quando a luta começar, você vai pensar que ganhou, que sou um alvo fácil, mas aí, quando menos esperar, meu Kinshasha Bomaye vai fazer você e meu próximo oponente acordar para a realidade. Eu não terei piedade, pois no Japão, piedade é para os fracos. Lá, a gente chutava o rosto de pessoas com gosto e aqui não será diferente. Então espero que se prepare, pois o Rei irá voltar a reinar em seu trono.

    "Nakamura se levanta do seu trono, e quando ele faz sua pose, as luzes se apagam, e no fim, um vídeo em vermelho com o nome de Nakamura aparece no centro, deixando assim o seu recado."

    King of Strong Style
    Shinsuke Nakamura

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  2. Um segmento se inicia em uma casa de San Luís Potosí, no México. Uma câmera vi adentrando uma casa de luxo com diversos carros de alta qualidade na garagem. Oito veículos são vistos através das imagens. A porta de madeira abre-se sozinha, mas de repente, a câmera cai bruscamente no chão. Gritos ofensivos ao câmera são ouvidos de perto, mas rapidamente, a raiva da voz vai sendo controlada por outra voz mansa. De repente, Ricardo Rodríguez aparece levantando a câmera e virando-a para o outro lado, enquanto Alberto del Rio se senta em um de seus sofás. Ricardo posiciona a câmera em um dos móveis e inicia o discurso.

    Este é o primeiro exemplo do que a Wrestling Society irá provar nas próximas semanas. A queda da câmera não foi à toa. Nada é em vão. Este foi o golpe inicial, o gosto de sangue mais primário em relação ao que está por vir. E ai daqueles que duvidarem do que se sucederá a partir deste fim de fevereiro, quando a Essência da Excelência provar seu poder dentro do tablado de 12 cordas. Meus amigos, minhas amigas. Aqui jaz um iluminado. Aquele que se sustenta por si só, sem precisar de palhaçadas, sem precisar de danças, sem precisar de nada mais do que seu próprio poder. De onde viemos e da forma que fomos criados, o wrestling é coisa séria. O wrestling é sim uma arte, é sim uma forma de expressão, mas a forma como as coisas têm sido feitas por aqui são claramente uma forma de desrespeito. Nos sentimos desrespeitados por esses impostores de hoje em dia, que não receberam a educação da luta livre suficiente para aprender o respeito que deve existir não só entre dois cavalheiros de bota, mas entre dois lutadores de verdade. E é por isso que estamos aqui. Com a permissão poética que nos é concedida, estamos aqui para reconduzir a nova sociedade do wrestling ao que é wrestling de verdade.

    O primeiro desafio do herói da sociedade será contra um verdadeiro IMPOSTOR.


    Alberto interrompe e toma a palavra.

    Ou melhor dizendo: um completo filho da puta. Shinsuke Nakamura. Você é um dos grandes motivos pelo qual o wrestling está como está hoje. Você leva o público ao delírio com suas danças e provocações… mas onde está o respeito por tudo aquilo que foi construído antes de você? Seu estilo forte de lutar é uma farsa completa, porque você condena seus antepassados e traz a ilusão notória da luta atual. Eu venho de uma geração que tinha respeito pelo ringue e pela arte, enquanto você usa do ringue seu palco para brincadeiras e posturas que jamais te levarão a lugar algum. Mas eu imploro: traga isso até mim. Venha da mesma forma que sempre fez. Porque enquanto você dança, eu desmonto articulação por articulação do seu corpo e transformo as suas provocações na sua ruína até que você esteja convencido do mal que faz ao wrestling.

    Vá em frente. Crie seu espetáculo mirabolante. Eu te criarei dor até que você se arrependa dos pecados que comete no palco sagrado. Você vai aprender que nunca chegou nem perto de ser o melhor. Insista em sua receita, insista em sua forma de fazer as coisas, insista em sua forma de enxergar o wrestling. Você pode ser o mais diferente, o mais artístico. Pode ser o entretenimento em pessoa, mas eu sou o resultado. Eu sou a dominância. Ninguém jamais vai ser Shinsuke Nakamura, isso é bem verdade. Porque ninguém vai desejar ser um perdedor nato, que se acha um grande revolucionário, mas nunca chegou longe porque não entende o que é respeito ao wrestling e se apegou ao lúdico para se sustentar enquanto homens de verdade como eu buscam o topo da montanha.

    Neste sábado, você vai entender. Você estará de frente com a Epítome da Excelência, e então, a realidade será pesada para os seus ombros carregarem. Enquanto você estiver manipulando o público, eu vou manipular a luta. Vou conduzi-la da minha forma, com a minha capacidade, a minha destreza, a minha inteligência, e tudo o que sobrará de Nakamura será a limitada carne que te forma. O roto e incapaz cérebro que te conduz. E o Bravo dos Bravos se erguerá.


    Del Rio vira a câmera para o lado, borrando-a, e encerra a promo.

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  3. Na continuação da promo do embate com Shinsuke Nakamura, uma câmera rapidamente é girada e Alberto del Rio está caminhando por uma adega de vinhos, em outro ambiente de sua casa, enquanto Ricardo Rodríguez o segue e concorda com alguns de seus apontamentos. De repente, Alberto para e encontra o vinho que estava à procura, e abre um sorriso. Ricardo se prontifica a abrir, e o lutador inicia mais um discurso.

    Mas no fim do dia, nem tudo é sobre quem está do outro lado do ringue. Muitas vezes, é tudo sobre nós mesmos. É sobre como nós encaramos nossos desejos, entendemos nossos defeitos e elevamos nossas capacidades. Se você não consegue se compreender como alguém melhor, como alguém superior, o erro está na sua mentalidade. Não é sobre o homem, mas sim sobre o nível. De coração? Eu não me importo se o destino vai me colocar frente a frente com você que me assiste ou com o segundo melhor lutador da Terra. Eu sou o melhor, e minha obrigação é exercer a minha superioridade toda vez que piso no tablado. Os jovens de hoje em dia, mentalmente langorosos, ressignificaram uma palavra do dicionário. A tal da “aura”. E se você quiser se render a isso, então se renda à minha aura. Porque eu sou uma figura superior, que nunca se moldou ou montou em limitações. Eu sou forte no corpo, sou forte na mente, e isso é o que me define como a Epítome da Excelência.

    Alberto del Rio está aqui na Wrestling Society não pelo público, para dar showzinho, para fazer gracinha. Alberto del Rio chegou porque Alberto del Rio é uma inspiração. Eu jamais vou subir ao ringue querendo sua validação. Eu subo no ringue porque sou o melhor e ponto final. Eu subo no ringue para lembrar a você o que é um lutador de verdade, e para ser lembrado até depois do fim dos tempos como o lutador de verdade. Talvez o último? Talvez. Mas se for para ser o último, que seja lembrado para sempre. Portanto, eu não ligo para opiniões, eu não ligo para achismos que vêm daquilo que não me cerca. Eu ligo para o que eu penso, o que eu acho, o que eu acredito. Julguem meus meios, minhas formas, o problema é de vocês. Mas enquanto seus pensamentos rotos se voltam contra mim, o meu pensamento fica mais forte. Eu sou o melhor puto deste lugar.


    Ricardo volta ao plano da imagem com a taça de vinho de Alberto, que degusta enquanto seu manager toma a palavra.

    Do fundo do meu coração, eu desejo que todo e cada ser humano que escuta essas palavras tome a lição o mais rápido possível. Caso isso não aconteça, a dor será ainda pior. E você até pode ousar ignorar, mas não vai conseguir. Alberto não veio para ser parte da divisão. Ele veio para ser a régua que mede o nível. Alberto É O PRÓPRIO NÍVEL. Ele não precisa buscar a excelência, ele é a própria essência do assunto. Portanto, este é o recado que fica para todo e qualquer indivíduo minimamente ousado que deseje entrar no ringue com o Valente dos Valentes:

    Senhoras e senhores, é de minha honra e privilégio apresentar a vocês… O ORGULHO DO MÉXICO! O homem que conquistará o cinturão mundial dos pesos-pesados! A Essência da Excelência, uma verdadeira lenda. Ele é… ALBERTOOOOOOOO… DEL RIO!!!


    Alberto dá mais um gole em sua taça de vinho e retoma a palavra para encerrar o segmento.

    Cuando oír esto… tendrás dos opciones. HUIR… O MORÍR!

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  4. "Uma nova gravação se inicia exatamente no mesmo local misterioso, mas dessa vez, o lugar estava um pouco mais iluminado com luzes em vermelho, e podíamos ver que ao redor, pedestais com vários títulos que Nakamura ganhou em sua vida. De derrepente, uma porta se abre, e Shinsuke Nakamura caminha até o IWGP Intercontinental Championship. Ele pega e segura com a mão esquerda, e sem seguida, vai até o WWE Intercontinental Championhip e pega com a mão esquerda."

    Esses dois títulos foram considerados minha grande conquista, e além do mais, esses títulos sempre me cabiam bem. Muita gente dizia que eu era o sinônimo dos títulos Intercontinentais, e até considero isso bem. Mas todavia, não eram só esses títulos que conquistei. Tudo bem que, quando eu era IWGP Intercontinental Champion, eu entregava um ótimo reinado. Eu enfrentei grandes nomes como La Sombra, que hoje em dia tirou a máscara e se chama de El Idolo. Hiroshi Tanahashi mesmo me enfrentou por ele. E o meu favorito: Kota Ibushi. Pena que depois, eles iria desonrar a empresa e unificar o título com o cinturão mundial, ainda desejo um dia fazer ele pagar. Mas bem, mesmo com essas duas peças brancas, elas ainda são apenas pedaços de couro. Mesmo eu guardando elas como um troféu, elas não possuem o mesmo peso que um título mundial, e isso é o que eu desejo sentir depois de muito tempo. Já se faz muito tempo que ganhei um título mundial, e agora. Na Wrestling Society, eu terei a oportunidade de reinar em grande glória. Na minha estreia, eu irei enfrentar Del Rio, e depois, eu irei pra final pra acabar com qualquer que ousar estar no meu caminho para a glória. Esse título é tudo que eu preciso ter para todo mundo ainda me chamar de rei.

    "Ele joga os dois títulos no chão e vai até o IWGP Heavyweight Championship."

    Os lutadores que irão pra final, vão querer ir com sangue nos olhos por ele. Eles me matariam só pra segurar esse título em suas mãos. Mas aí que está, eu não sou qualquer lutador. Eu sou um Mosqueteiro, e um Mosqueteiro nunca abaixa sua espada para o inimigo, e naquela noite, eu irei erguer e lançar minha espada para cada um dos meus inimigos. Eu irei brilhar mais que Michael Jackson em Thriller e Freddie Mercury em Free. Eu dançarei sobre os corpos dos meus oponentes, e provarei ao mundo que eu ainda sou o Rei do Strong Style.

    King of Strong Style
    Shinsuke Nakamura

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  5. [A câmera abre dentro da Abbey, a balada gay mais famosa de Los Angeles. Luzes neon cortando o ar.. A música vibra no peito. No centro de um camarote privado, sentado como se fosse dono do lugar, está Effy. Pernas cruzadas.Um copo de margarita suando na mão. À sua frente, um Go-Go Boy negro, musculoso, quase dois metros de altura, dançando com confiança. Cada giro feito para provocar. Effy observa com a mesma atenção de um cachorro olhando um frango rodando no forno. Fascinado. Hipnotizado. Apreciando cada segundo. Effy inclina a cabeça, puxa o dançarino pela corrente do pescoço — devagar — e suspira]:

    Effy:
    Amor… você acredita que me pagaram muito dinheiro pra eu sair da Flórida? Me tiraram do meu habitat natural. Eu poderia estar em Miami agora… sob o sol… sendo bem tratado por um homem exatamente do seu tamanho… tomando margaritas ao som de Elton John. Mas não… decidiram que Los Angeles precisava de uma estrela. E cá estou eu...

    E quando querem estrela, eles chamam quem? Eles chamam Effy. Sim, meu amor, eu mesmo. O deus da perversão, arauto da orgia, o macho peludinho com uma pica de 23cm que pagam milhões de dólares para ser a principal atração de um showzinho de Los Angeles, cercado de um bando de coadjuvantes medíocres.

    [Effy toma um gole do seu drinque, e desliza suavemente seus dedos pelo seu próprio peito peludo].

    Effy:
    Eu sempre soube que ia brilhar. Desde criança. Eu sempre tive convicção de que estava destinado a algo grande, embora, todos ao meu redor debochassem de mim, achavam que era apenas um pensamento ilusório de um garoto simplório da Florida. Enquanto outros meninos da minha turma queriam ser bombeiros, policiais ou jogadores de futebol… eu queria ser lendário. Eu queria fazer o meu nome ser eterno, ser tão referente a ponto de ter o rosto esculpido no Monte Rushmore. Sabe negão, eu assistia Freddie Mercury no palco e pensava: ‘Esse homem não pede permissão pra existir.’ Ele simplesmente existe, esse cara é maior que o mundo todo! Já meu pai, dizia que havia algo errado comigo. Que homem de verdade não pensava assim. Mas sabe o que eu aprendi? Homens de verdade tem medo de uma só coisa, a solidão. Imagine você passar a vida toda vivendo apenas um padrão monótono de sempre, morrer e não levar nada consigo, viver uma vida sem ser capaz de construir o próprio legado, em outras palavras, viver por nada. Meu pai já morreu, com o tempo, até eu esquecerei dele, e seu nome não irá significar nada na história. Já eu meu bem, posso-lhe garantir uma coisa, serei eternizado por séculos, o nome Effy irá ecoar por gerações sendo sinônimo do verdadeiro e deslumbrante show. Todos vão me amar, todos vão querer foder junto comigo, e eu, eu serei a lenda que estou predestinado a ser...

    E agora olha só… Wrestling Society. Battle of Los Angeles. Primeira chance de coroar um World Heavyweight Champion… e quem está no meio disso tudo? Eu. Parece ironia do destino, ainda mais quando eu vejo quem estará lutando contra mim. Graves por exemplo; Um homem criado para shows baratos, a ralé da FWC que ninguém de fato conhece, um falastrão que poderia usar a boca para parar de falar merda e chupar meu pau a noite toda. Sabe Graves, você até que é gostosinho... é malhadinho, as tatuagens dão um charme em você, eu poderia te comer a noite toda, se você não fosse um arrogante estúpido! Coisa que eu, não faria em hipótese alguma com Tommasso Ciampa, deus me livre. Após esse degenerado raspar a cabeça seus piolhos migraram para essa barba imunda. É um homem de 40 anos com aparência de 60, mal cuidado, MAL EDUCADO, e desleixado, não me admira ser outro qualquer da vida igual graves.

    Part 1
    Effy...

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  6. Effy:Sendo bem franco, Graves e Tommasso Ciampa são iguais, eles pregam sua agressividade, vendem sua violência para esse público, achando que isso substituí carisma. Dentre nós três, está óbvio quem tem o diferencial não é mesmo negão? Mas eu entendo o papel deles, eles precisam cair para que eu possa me erguer neste mundo. Cada um tem seu papel, o meu é brilhar, o deles é ter a existência apagada. Battle of Los Angeles não é só um torneio. É uma audição. E todos ali estão tentando provar que pertencem ao topo. Mas o topo… já tem dono, Ciampa e graves entenderão isso na primeira fase e os outros sequentemente terão o mesmo destino...

    [Effy se levanta, com sua calça toda lambuzada de porra - Sim ele gozou vendo o negão dançar. Effy dirige-se ao palco, rouba o microfone do Dj e começa a falar com o público dessa vez]

    Effy:
    Ouçam vadias imunda da Califórnia, pois quem está falando é sua rainha. Nessa semana, no Global Theatre vocês irão presenciar o meu show, o show do magnífico Effy! Lá, vocês irão me ver em ação, fazendo o que sei fazer de melhor. FODER!!! Mas se acalmem, não é em um sentido literal hahahah. Não, você irão me ver chutando o traseiro desses infames participantes do Battle of Los Angeles, vai ter bunda japonesa, bunda mexicana, até bunda nigeriana, igual daquele negão ali quem e fez gozar só com uma dança. Então se preparem, porque o The Real Show is coming To Los Angeles, and this Show is... EFFY!!!!!!

    Aproveitem o resto da noite, bebam e gozem pra caralho, e depois venham apreciar o show do verdadeiro príncipe da perversão!!!

    [A plateia vibra, Effy começa a tirar a roupa, a festa se inicia e o resto fica pra sua imaginação]

    Effy.

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  7. O vídeo se inicia em um ambiente escuro. Uma única luz amarelada ilumina uma caixa de produção no centro do cenário. O silêncio é absoluto. A porta ao fundo se abre e a silhueta de Tommaso Ciampa surge. Ele caminha até a caixa, senta-se curvado e cobre o rosto com as mãos por alguns segundos antes de soltar um longo respiro.

    Uma nova empresa surge do nada, com alto investimento, produção impecável e um grande show em Los Angeles. Todos encantados com o “novo”, com a promessa de mudança, com a chance de escrever história. É fascinante como o brilho distrai tão fácil as pessoas com mentes vazias.
    Enquanto celebram o espetáculo, eu penso no que realmente importa. Não estou aqui para aparecer apenas no vídeo de estreia. Estou aqui porque quando as luzes diminuírem e o entusiasmo virar silêncio, o nome que deve ser lembrado será o meu.
    World Heavyweight Championship. Símbolo de prestígio, de glória e de poder. Muitos desejam, poucos são capazes de suportar o peso.
    Então decidem realizar um torneio para coroar um campeão. Uma oportunidade aberta. Um convite para que qualquer nome se sentisse relevante por alguns instantes. De repente, homens que nunca sustentaram nada além do próprio ego acreditam que pertencem ao topo. Confundem vaga com grandeza. Exposição com importância.
    Mas oportunidade não cria grandeza. Só expõe falhas, ou destrói pilares danificados.
    E é aí que entram os nomes de Corey Graves e EFFY.
    Corey passou mais tempo narrando grandeza do que construindo a própria. Acredita que entender o jogo é o mesmo que dominá-lo. Sempre teve palavras afiadas, soube prever desfechos. O problema é que prever não é suportar. Observar nunca será sobreviver.
    Durante anos encontrou conforto atrás de uma mesa, convencendo-se de que sua voz tinha mais peso que suas ações. Falar sobre pressão nunca foi o mesmo que senti-la. Existe uma diferença cruel entre estudar combate… e ser o combate.
    Ele vê neste torneio a chance de tirar o pó de suas botas guardadas, de provar que ainda pertence ao ringue. Que pode ser relevante sem microfone. Quer apagar o passado. Mas relevância não se recupera. Se sustenta. E ele nunca sustentou. Quando tudo começou a desmoronar… ele recuou.
    Já EFFY. Ele construiu uma identidade baseada em provocar. Vive do desconforto alheio. Cada gesto é calculado para gerar reação. Ele precisa que falem. Precisa que reajam. Porque o silêncio é o que mais teme.
    Chama isso de autenticidade. Eu chamo de necessidade.
    Confunde provocação com dominância. Orgulho com poder. Mas dominância não nasce da reação, ela nasce do controle. E poder não se declara. Se impõe.
    Quando ele estiver no ringue, sem risadas, sem choque, apenas o som da própria respiração ficando pesada… ele vai entender a diferença entre performance e pressão real.
    Corey fala sobre grandes momentos. EFFY tenta ser o momento. Eu encerro momentos.
    Eles veem esse torneio como validação. Eu vejo como ajuste de hierarquia.
    Quando tudo terminar, Corey voltará a comentar sobre homens que foram maiores do que ele. EFFY continuará tentando convencer o mundo a aceitá-lo.
    E eu continuarei sustentando o que nenhum dos dois jamais sustentou ou será capaz de sustentar. Porque peso não é algo que se descreve, é algo que carrega.
    Porque enquanto vocês dependem de que as pessoas escutem suas palavras ou reajam para suas ações.
    Eu não dependo de nada disso, eu apenas analiso e crio as consequências.

    Vocês querem que essa noite signifique algo. Para mim, ela é apenas o início de uma nova ordem.
    E quando eu permanecer de pé, no centro do ringue, enquanto vocês dois estiverem destruídos no chão, estará tudo concretizado, não será sobre emoção, nem espetáculo. Será a confirmação de que vocês nunca estiveram no nível do World Heavyweight Championship e muito menos no meu nível.
    Será sobre a confirmação de algo que sempre foi verdade.
    Alguns homens observam a história. Outros decidem como ela termina.

    O vídeo se encerra com Tommaso Ciampa erguendo o olhar e com um sorriso frio se formando lentamente em seu rosto.


    The Sicilian Psychopath
    Tomasso Ciampa

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  8. Cena 1 - prólogo
    A fumaça do incenso enevoa o ambiente. Hadid se incomoda com algo. Torce o nariz como se buscasse o ângulo certo para sentir o cheiro, parece que seu incômodo é com o cheiro que queima. Ele o consome. Explode. Hadid abre os olhos. Atento busca o pavio. O templo escuro, reverbera seu levantar, vai apagar o graveto. Segundo a cultura antiga védica, em dia de purificação não é propício a inalação de cheiros que inflamam. Ao invés de apagá-lo com os dedos em formato de pinça, ele o enfia no nariz e o suga ate que inalasse toda a faísca que provoca a defumação. Ele cai ao chão, ao fundo, deitado em uma banheira de madeira e agua morna, Sansho desperta de seu descanso. Ele estala os dedos em sentido de acordar Hadid.
    - não deixe que nada mais me excite, verme. Estou a guardar tudo para ele.
    Os chakaras se alinham e sua natureza estará pronta para o bacanal logo mais. De que adianta comer quando não se tem fome? Ao por do sol da tarde, Sansho se despedirá do casulo, finalmente terá terminado de ignorar todas as energias que poderiam lhe saciar. Max e toda sua energia bacanal serão seu banquete.


    Cena 2 - memória
    Wade Shapiro, o jornalista da CNN, cobre as manifestações zapatistas na zona rural de Tuxla, Chiapa. 1994. As plantações de milho pegam fogo.
    “Ja basta” é o que diz o povo enquanto os terroristas do movimento de libertação cubano vem ao México para se unir com o movimento zapatista de libertação nacional. Se a boca não come, os punhos têm de agir.

    Um homem trajando uma estrela vermelha no peito e uma arma em mãos vem em direção ao microfone e diz:

    Não há santos aqui.

    A filmagem é cortada.

    Cena 3 - Sansho significa obstáculo para o caminho certo.

    1 – Bonno-sho: obstáculo dos desejos mundanos, ou que vêm da avareza, ira ou estupidez.

    2 – Go-sho: obstáculo do carma, ou obstáculo proveniente do mau carma, que surge após cometer qualquer um dos cinco pecados capitais ou dez maus atos. Esta categoria também é interpretada como oposição das esposas ou dos filhos.

    3 – Ho-sho: obstáculo da retribuição, ou obstáculo devido à dolorosa retribuição pela ação dos três maus caminhos. Também indica os obstáculos causados por soberanos, pais ou outras pessoas que exercem algum tipo de autoridade

    Cena 4 - da luta
    Sansho veste a roupa de luta. Hadid lhe ajuda a fechar. Ele se encaminha à gorila position. Ele vê Max, puxa seu braço e diz:

    A morte lambe antes de engolir.

    Sansho

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  9. Luz, câmera… ação!!!

    Narrador com sotaque de pornochanchada: Era só mais um trabalho SEXY! Com mais uma mulher SEXY! Mas de repente, tudo deu errado!!! O nosso herói… MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX!!! Se encontrou em uma enrascada daquelas, ele esperava foder, lucrar e depois ir para casa assistir Grey's Anatomy, porém se encontrou numa situação NADA SEXY!! Max, seu cameraman Diego e a sua parceira de cena Larissa “Chave de Buceta” Perez foram impedidos de produzir mais um grande sucesso do cinema adulto… MAD MAX: Desbravando bucetas áridas… E as deixando molhadas… Volume 4. 

    Todos os preparativos estavam prontos, Diego havia dado o aval, a cena iria começar… Max e Larissa estavam se aconchegando e deixando as coisas mais quentes… Quando de repente as luzes do quarto de hotel barato se apagaram, Max não se intimidou, eles gravaram em lugares muito piores, uma queda de energia era só mais uma terça-feira… SEXY! Porém, Max logo ouve um grito!!! Senhorita Perez está em apuros? Porém, antes que pudesse processar o que estava ocorrendo, ele recebe um golpe na cabeça e apaga.

    Max acorda com um enorme galo na cabeça e uma enorme ereção… Digno de um homem SEXY! Ele abre os olhos e vê um cenário de filme de terror… Sangue, corpos, membros dilacerados por todo o lado, porém ele está intacto… Ele só torce para que aquele não seja o sangue de Diego e Larissa. Max explora o local desconhecido, enfrentando inimigos humanoides, zumbis, cães infectados, insetos gigantes, lagostas radioativas, luchadores possuídos… E por fim… O LACERADOR… Claro que O LACERADOR não era páreo para o nosso herói, que o enfrentou bravamente, porém O LACERADOR sempre escapava de Max, que seguia pelos caminhos desconhecidos, coletando itens escassos e resolvendo quebra-cabeças e enfrentando o seu passado no processo.

    Porém, até o nosso herói tem um ponto fraco… SEX! No que era uma óbvia armadilha, MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX! Foi enganado, ludibriado pelo seu amor ao ato carnal e à arte que envolve o ato do…… SEX! Ele se deparou com uma fita clássica do seu filme favorito. Suruba de Elite: O periquito agora é outro. Ao avançar na fita e arrancá-la do pedestal, ele acionou uma armadilha!!! Uma enorme serra foi ativada e dilacerou o seu bem mais precioso… Seu little Max, Maxpetrecho para os íntimos, foi DILACERADO! Max gritou de dor, ele perdeu 16 dos seus 32 centímetros!!! Apesar da dor e da perda de sangue, ele estancou o sangramento, fez o curativo e jurou vingança ao Lacerador e prometeu salvar seus amigos.

    Max destruiu inimigos, resolveu quebra-cabeças, pegou chaves, escapou de armadilhas e finalmente chegou ao destino, a batalha final contra… O LACERADOR! Que estava portando uma tesoura gigantesca, como forma de desprezar a dor que Max passava, O LACERADOR! Prometeu arrancar os 16 centímetros restantes… Tomado pela ira, Max revelou sua arma secreta, um canhão a laser que foi equipado ao seu tão querido membro!!! Utilizando sua nova arma… MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX! Derrotou O LACERADOR! E salvou Larissa e o cameraman Diego.

    Max estava feliz com o desfecho, porém triste pela perda de metade do seu melhor amigo… Ele sabia que com menos de 25 centímetros ele não era páreo para os outros Alphas da indústria e seria moggado por eles… Porém Diego compartilhou com Max palavras de incentivo e o aconselhou a adentrar a indústria da luta livre. Com seu físico invejável e um pau pelo menos 8 centímetros maior do que o de qualquer outro wrestler profissional, Max se sentiu confiante… Agora sua jornada começa enfrentando um assassino de aluguel latino… Para um Homem com H como MAX… QUE AINDA AMA UM SEX! Um assassino de aluguel não é nada comparado a um assassino em série como O LACERADOR… Ele está preparado para a sua transição de ator pornô para wrestler profissional… Treinado pela lenda Tommy Cornell como um favor para Diego, que é um amigo de longa data de Tommy… Max está pronto, preparado para enfrentar o assassino latino. Com todas as técnicas que lhe foram ensinadas e o seu tesão natural, MAX é imbatível!

    MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX!

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  10. SEX, A CONTINUAÇÃO!

    Narrador: Foi só mais um trabalho SEXY! Com um… cara não tão SEXY! Mas MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX! Deu conta do recado, para a surpresa de zero pessoas, para avançar à final do torneio pelo Wrestling Society World Heavyweight Championship. O Assassino errou o tiro e Max com seu canhão a laser, conquistou a tão merecida vitória.

    MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX: Eu sempre realizo um excelente trabalho, cada ângulo é importante, como meu tanquinho aparece na imagem, se meus glúteos estão empinados o suficiente, se a minha barba está… SEXY! Se meus braços estão… SEXY! Cada detalhe é o diferencial para que a obra seja um sucesso… Ou um fracasso.

    Sansho, seu personagem é tão clichê quanto sua atitude no ringue… Previsível, foi extremamente fácil te decifrar e então te derrotar, o tiro saiu pela culatra e no fim quem atirou fui eu… MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX! Esse é o meu trunfo, tanto para o último combate, como para a final do torneio… Eu bebi da fonte que construí, porém agora em uma nova indústria, um novo segmento do entretenimento… Eu fazia as pessoas gozarem. Agora eu as encanto, com meus movimentos SEXY! Dentro do ringue, assim como eu era nos filmes mais calientes de todo o cinema adulto, eu agora sou o protagonista da luta livre, sempre inovando, sempre me reinventando.

    Para seguir relevante na indústria do SEX! Era necessário se adaptar a diversos fatores, o boom e a queda do mercado, as tendências do consumidor… O temperamento das atrizes, tudo isso era determinante para o resultado das gravações, se o filme seria… SEXY! Ou não. No wrestling profissional, você deve se adaptar ao seu adversário, determinar a melhor estratégia para garantir a vitória, mas principalmente, entreter o público ao realizar um combate… SEXY! Eu não só venço, eu convenço, eu encanto, eu deixo as mulheres babando e os homens inspirados… A serem SEXY! Como eu, uma estrela internacional, agora em dois ramos do entretenimento.

    Sansho, seu erro foi ser previsível, unidimensional… Não havia nada de novo, interessante e encantador na forma que se portava no ringue, logo foi fácil te derrotar… Foi como o meu mentor, o lutador mais lendário e SEXY! Que presenciei, Tommy Cornell me disse: “Pratique o inesperado, derrote-os em seu jogo e também no jogo deles, seja versátil.” Tomei essas palavras como baba de uma buceta fresquinha! Assim como eu era imprevisível, surpreendente com o meu jogo de quadril, com o meu trabalho de língua, deixando todas as atrizes completamente maluuuucas. Eu sou no ringue, com as habilidades atléticas e técnicas que desenvolvi em tempo recorde! Eu ainda estou pensando num nome SEXY! Para elas, não se preocupem!

    Não me importa quantos adversários terei que enfrentar na grande final, estou absolutamente preparado para realizar o combate mais SEXY! Que essa indústria já viu, após o que eu passei com O LACERADOR! Estou preparado para qualquer adversidade, eu consegui superar o trauma de perder metade do meu melhor amigo… Foi um grande baque para mim, porém com o ângulo correto, ele sempre parece maior e as cicatrizes não estão tão ruins assim… Meu pau parece ainda mais radical!!! E acalma o meu coração que nessa indústria, todos possuem egos enormes, porém essas atitudes e personalidades desagradáveis, são apenas mecanismos de defesa, para compensar os pênis minúsculos que meus adversários possuem… Eu não posso perder para qualquer um com o pau menor que o meu, senhores, não importa quanta experiência vocês possuam, a natureza diz que eu sou melhor!! Na minha indústria de origem, o vosso papel seria o de corno batendo punheta enquanto eu como a sua esposa. Porém, sem esposas por aqui, pois esses nerds só pensam em títulos, não em bucetas, será um prazer ficar com todas as garotas e também com o ouro… Assim como Diego e Tommy disseram, essa indústria, esse esporte é bem interessante, será meu destino dominá-lo assim como a indústria adulta. Eu que fui 7 vezes piroca do ano, irei em busca do meu primeiro reinado como World Heavyweight Champion.

    MAX, O HOMEM QUE AMA UM SEX

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  11. Vou vencer e serei o grande campeão inaugural da Wrestling Society

    Prince Devitt

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  12. Parece que a estreia da Wrestling Society finalmente está chegando.. e olha que coincidência, todo mundo quer um pouco de Trick Williams. Não é porque eu pedi. Não é porque eu implorei. É porque quando você tem presença, carisma e talento de sobra, as pessoas gravitam até você. Eu não corro atrás de holofote.. o holofote corre atrás de mim. E claro, estamos falando do Battle of Los Angeles. O BOLA não é para qualquer um. É onde muitos entram achando que são especiais.. e saem percebendo que são só mais um nome pequeno numa lista grande. É o tipo de torneio que revela quem tem estrela.. e quem só tem ego. E eu? Eu tenho os dois. Mas diferente de vocês, eu posso sustentar.

    Aí eu olho o card.. dou aquela analisada.. e começo a rir. Porque no meio de tanta gente tentando parecer perigosa, colocaram logo quem na minha frente? Andrade El Idolo. “Andrade El Ídolo.” Ídolo de quem exatamente? Porque no México, o povo já cansou dessa novela mexicana mal escrita que é a sua carreira. E nos Estados Unidos? Você é só mais um estrangeiro tentando vender a imagem de astro internacional, mas que nunca conseguiu ser o cara principal nem na própria história. Você anda por aí com aquele ar de superioridade, falando bonito, vestindo terno caro, tentando convencer o mundo de que é elite. Mas elite não precisa convencer ninguém. Elite entra na sala e todo mundo sente. E quando eu entro na arena? O público levanta. Quando você entra? Eles conferem o celular.

    Você não é controverso.. você é irrelevante. Você não é odiado porque é grande.. você é ignorado porque não impacta. E essa história de “ídolo” é a maior ironia de todas. Ídolo inspira multidões. Você inspira troca de canal. Você passou a carreira inteira tentando se encaixar no molde de estrela, mas sempre ficou com a sobra. Sempre foi o quase. Quase campeão. Quase protagonista. Quase memorável. Talvez você até encontre sucesso algum dia… mas vai ser vendendo churros nas arenas, contando para as crianças que um dia já esteve em um ringue importante. Porque no ringue comigo? Você vai descobrir a diferença entre parecer estrela.. e ser estrela. Você acha que isso é pessoal? Não. Isso é negócio. Você é só o primeiro nome na lista. Só o primeiro corpo no caminho. Só o primeiro exemplo que eu vou usar para mostrar que essa nova fase da Wrestling Society tem dono.

    Você pode até tentar impressionar. Pode tentar roubar o show. Pode tentar lutar acima do seu nível por uma noite. Mas no final, quando o suor secar e a contagem chegar a três, você vai entender uma coisa simples: Você não estava enfrentando um adversário. Você estava enfrentando um fenômeno. Eu não estou aqui para participar do BOLA. Eu estou aqui para redefinir o que significa vencer no BOLA. Enquanto você tenta provar que ainda importa.. eu já sou o assunto antes mesmo de lutar. Enquanto você tenta recuperar prestígio.. eu construo legado. Enquanto você vive de momentos passados.. eu sou o momento. Então faz o seguinte, Andrade. Ajusta esse sorriso ensaiado. Treina seu melhor discurso. Olha no espelho e repete “El Ídolo” até você mesmo acreditar. Não vai ter glamour, não vai ter pose, não vai ter narrativa bonita. Vai ter impacto. Vai ter domínio. Vai ter Trick Williams mostrando por que todo mundo quer um pouco de mim.


    Trick Williams

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  13. Então vocês querem saber quem é o próximo? Querem saber se eu estou estudando cada nome, cada estilo, cada país representado no BOLA? Eu conheço os nomes. Eu sei exatamente quem está nesse torneio. Sei quem é o queridinho técnico, sei quem é o “underground darling”, sei quem é o cara que vive de spot viral na internet. Eu sei de tudo isso. Mas sinceramente? Eu não ligo. Não é desrespeito. É realidade. Pode vir o maluco japonês que acha que vai me desmontar na base do strong style, me chutando como se estivesse em um dojo às três da manhã tentando provar honra para um mestre invisível. Pode vir o emo irlandês, cheio de olhar sombrio, que acha que sofrimento é personalidade e que ficar encarando o vazio é profundidade. Pode vir o maluco siciliano, batendo no peito, falando de família, tradição, honra.. como se isso fosse me intimidar.

    Eu. Não. Ligo.

    Porque quando você entende quem você é, quando você entende o tamanho da sua estrela, você para de se preocupar com o nome do outro lado do card. Eu não estou aqui escolhendo adversário. Eu não estou aqui torcendo para o chaveamento me dar caminho fácil. Eu não estou aqui esperando alguém tropeçar para eu aproveitar. Se eu quiser ser o melhor, e não, eu não quero “tentar”, eu quero ser, então eu tenho que vencer os melhores. E isso significa qualquer um. Significa o técnico. Significa o bruto. Significa o estrategista. Significa o imprevisível. Vocês olham para o BOLA e veem um torneio difícil. Eu olho e vejo oportunidade. Vejo palco. Vejo vitrine. Vejo o cenário perfeito para consolidar o nome Trick Williams como algo maior que hype. Porque muita gente aqui é boa. Alguns são até excelentes. Mas ser excelente não é o mesmo que ser inevitável. Eu entro na arena e o público reage diferente. Não é só aplauso. Não é só vaia. É energia. É atenção total. Enquanto alguns desses caras precisam de uma luta cinco estrelas para serem lembrados.. eu preciso de um momento. E eu crio momentos. Vocês acham que eu estou preocupado com estilos? Com nacionalidades? Com background de luta livre olímpica ou puroresu ou tradição europeia? Não. Porque não importa se você vem do Japão, da Irlanda ou do quintal da sua casa. Quando você entra no ringue comigo, você entra no meu ritmo.

    Vocês podem trazer técnica refinada. Podem trazer agressividade. Podem trazer drama. Eu trago presença. E presença não se treina. Não se aprende. Não se ensina. Ou você tem.. ou você assiste quem tem. Eu não estou aqui para sobreviver a rodadas. Eu estou aqui para dominar rodadas. Eu não estou aqui para ser surpresa. Eu sou expectativa. Então que venham preparados. Que estudem. Que analisem. Que planejem. Porque enquanto eles tentam montar estratégia para me parar.. eu estou simplesmente sendo o que eu sempre fui: melhor. Minha ascensão não depende de quem está do outro lado.

    Eu entrego impacto. Eu entrego confiança. Eu entrego vitória. Se querem me testar? Ótimo.
    Se acham que são diferentes? Melhor ainda. Porque no final desse torneio os sonhos foram enterrados no centro do ringue, todos vão perceber uma coisa: Não era sobre quem enfrentou Trick Williams. Era sobre quem teve o azar de estar no caminho da minha ascensão. E eu ainda nem comecei a acelerar.


    Trick Williams

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  14. O vídeo se inicia novamente no mesmo local, como uma eventual continuação da gravação de Tomasso Ciampa. Ele permanece no mesmo local, mesma postura, mesmo olhar.

    2 homens fora de cena. Ainda restam 11.
    E todos ainda acreditam que isso é uma corrida aberta.
    Eles enxergam números, enquanto eu enxergo redução. Eles veem uma possibilidade, já meus olhos vem uma filtragem. Uma filtragem de quem é capaz de permanecer de pé quando o torneio deixa de ser esperança e passa a ser cobiça.
    Cada combate elimina mais do que um nome. Elimina ilusões. Elimina discursos. Elimina aquela confiança que só existe enquanto o confronto ainda é hipotético.
    Eu já atravessei a primeira barreira colocada diante de mim. Outros também atravessaram as deles. E agora começa a parte em que o torneio deixa de ser oportunidade… e passa a ser pressão.
    Quanto menos homens restam, mais o peso aumenta.
    Quanto mais próximo da final, mais caro se torna cada erro.
    E é exatamente nesse ponto que a diferença aparece.
    Alguns ainda lutam para provar que pertencem aqui.
    Outros tentam convencer o mundo de que são o próximo passo natural.
    Eu não estou tentando convencer ninguém, estou apenas concretizando a minha capacidade.
    Uma capacidade que, pelos lugares onde passei… pelas lutas que tive… nunca foi utilizada da maneira correta.
    Subestimado.
    Mal direcionado.
    Mal compreendido.
    Eu abaixei minha cabeça e decidi aceitar isso por muito tempo.
    Mas aqui… eu não preciso ser um palhaço de circo para entretenimento dos demais.
    Aqui, eu não sou parte do espetáculo. Eu observo o espetáculo e aprecio as cobaias se destruírem.
    Enquanto eles analisam possíveis cenários, eu preparo desfechos.
    Enquanto calculam caminhos até a final, eu reduzo o caminho até mim.
    Esse torneio não está formando um campeão. Está revelando quem consegue suportar permanecer no mesmo espaço que eu por tempo suficiente.
    Dois já descobriram que não conseguiram, outros ainda caminham acreditando que estão subindo degraus.
    Mas os degraus estão ficando mais estreitos. O espaço está diminuindo e quando o espaço diminui, sobra apenas quem sabe se equilibrar sobre cada centímetro dele.
    Eu não preciso correr, não preciso acelerar meus passos.
    Porque quanto mais o torneio avança, mais ele se aproxima do cenário que me favorece.
    O cenário em que todos estão exaustos, destruídos, sem força e sem vigor algum em seu corpo.
    Nesse momento, a luz não brilha como antes, os movimentos deixam de ser precisos e o planejamento inicial falha.
    E é aí que o jogo deixa de ser físico, e se torna mental. O jogo passa a ser de quem possui o psicológico mais forte. De quem consegue pensar com clareza quando o corpo implora para desistir, porque é nesse exato segundo, nesse instante silencioso entre a dor e a decisão.
    Que a mente começa a negociar com o fracasso. E quando alguém está a um passo de jogar tudo para o alto…
    Basta um empurrão e eu sei exatamente quando empurrar.

    No fim, isso tudo não é apenas de sobreviver ao torneio e ser declarado campeão mundial.
    Trata-se de estar preparado para carregar o peso de ser o portador do World Heavyweight Championship. Não como um sonho, mas como consequência.
    Consequência das decisões tomadas quando ninguém estava assistindo. Consequência da disciplina quando outros hesitaram. Consequência de atravessar cada fase sem nunca duvidar do próprio destino.
    Quando a final deixar de ser previsão e virar realidade.
    Não será sobre quem chegou mais longe. Será sobre quem nunca esteve em risco de ficar para trás.
    E quando esse momento chegar…
    O World Heavyweight Championship não será uma oportunidade.
    Será o reconhecimento oficial daquilo que já estava decidido desde o primeiro combate.
    Não será conquista. Será inevitabilidade.

    Tomasso Ciampa se levanta lentamente da caixa. Sem pressa. Sem olhar para trás. Ele caminha em direção à saída dos fundos. A luz desenha apenas sua silhueta enquanto atravessa a porta. Encerrando o vídeo.

    The Sicilian Psychopath
    Tomasso Ciampa




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  15. Um rosto conhecido surge em frente à câmera, observando-a por alguns instantes. O homem então posiciona seu blazer no encosto da cadeira de metal e toma o assento, iniciando o discurso que antecede a participação no maior evento de sua carreira:

    Alguns ainda insistem em tratar esse torneio como uma mera convenção de personalidades intensas tentando roubar a cena por alguns preciosos minutos. Eles bradam para os quatro cantos o quanto estão preparados para os desafios que terão de enfrentar Batalha de Los Angeles. Mas o que quase ninguém consegue admitir é que o BOLA não é um troféu para a prateleira, uma vitrine para fácil exposição, um torneio feito para favorecer ao que é medíocre, mas sim a porta direta para algo maior: O símbolo máximo do topo da Wrestling Society, o cinturão mundial. Mas não apenas um símbolo, é também um mecanismo de ascensão, e mecanismos não recompensam emoção… apenas cálculo, inteligência e perspicácia, predicados dos quais meus adversários não dispõem.

    Certa vez foi escrito que “os homens julgam mais com os olhos do que com as mãos”. Effy vive disso. Ele entende sobre impacto visual, choque, sobre como transformar o próprio corpo em manifesto, ou pelo menos pensa que entende. Sabe o que eu entendo sobre você? Sua persona é excesso deliberado, provocação mal calculada, uma versão hipersexualizada do espetáculo que confunde desconforto com poder em um torneio que não será decidido por aplausos constrangidos ou olhares curiosos, mas sim por quem sabe o momento certo de acelerar e quando apenas esperar a sua própria vaidade te consumir. Você joga para a plateia. Eu jogo para uma estrutura muito além da sua compreensão. Tomasso Ciampa, por outro lado, representa a outra face da moeda: uma intensidade absoluta que se alimenta da própria dor, que transforma cada luta em guerra pessoal. Só há um problema nessa equação: Guerras pessoais são perigosas pois consomem energia demais, cedo demais, e o BOLA não é uma briga de bar, é uma campanha militar. Escute: o homem prudente não desperdiça sua força quando o que está em jogo é o império. Ciampa entra no campo de batalha para destruir qualquer um que cruze seu caminho, movido por fúria e necessidade de provar aos seus fãs o quanto ainda consegue estar no jogo. Eu o atravesso sem hesitação, não por prazer na guerra, mas com a frieza de quem enxerga além dela, com o único propósito de alcançar o trono que realmente importa, porque enquanto ele luta pela próximo respiro… eu luto pela coroa.

    Vocês dois enxergam a primeira fase como confronto direto pelo holofote. Eu enxergo como o primeiro movimento de uma escada que termina no topo da Sociedade, porque no final disso tudo, não há apenas reconhecimento, há um contrato moral com o destino e eu sei bem qual é o meu desde o momento em que fui contratado. O título mundial não é apenas um cinturão. É o centro gravitacional da porra toda. É onde decisões são moldadas e o poder deixa de ser simbólico e passa a ser institucional.

    Virtù e fortuna. Fortuna é a sorte, o acaso, o momento. Virtù é a capacidade de moldar o momento. Effy depende da reação do público. Ciampa depende do impulso emocional. Eu dependo somente da minha leitura do sistema. Eu disse no início que tudo dependia de inteligência. O BOLA exige gestão de desgaste, risco, inteligência para sair de uma luta preservando o suficiente para a próxima. Exige saber quando ser leão ou raposa, escapar, manipular, induzir ao erro. Porque no fim, o que resta é aquilo que somos, e não o que tentamos ser frente ao público. E eu sou aquilo que vocês não desejam encontrar em um combate valendo tudo que importa nessa indústria. No fim, não preciso que compartilhem minha filosofia. Preciso apenas que reconheçam o padrão quando ele se repete. E o padrão é simples: onde existe torneio que decide futuro… eu prospero.

    Vocês podem chocar, machucar. Mas sou eu quem resiste. E quando a primeira luta acabar, o torneio seguirá, mas as suas carreiras terão uma pausa melancólica para finalmente observar na final aquele que estava certo o tempo inteiro. Virtù. Fortuna.

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  16. Um rosto conhecido volta a encarar a câmera. O homem em pé, com cicatrizes e marcas de combate posa concentrado, trazendo de sua mente algumas palavras contundentes em relação ao seu novo e derradeiro desafio no Battle of Los Angeles:

    Não há pressa. Não há euforia. Apenas a consciência de que não existem mais fases ou testes preliminares. Só resta a final e seis homens no caminho. Apenas a certeza de que todos atravessaram o mesmo funil de desgaste, todos sobreviveram ao mesmo labirinto, cada um com sua estratégia, seja ela a mais tola que for, todos acreditam que o pior já passou, mas apenas eu conheço a realidade. A grande final não é apenas a continuação do torneio. É a distorção dele. Até agora, cada combate foi uma equação relativamente simples: eliminar um obstáculo por vez, no meu caso, o maior desafio, remover duas pedras da estrada. Na final, o ambiente muda. Seis vontades colidindo. Seis egos tentando acelerar o próprio caminho para o topo. Seis estratégias competindo por espaço físico e mental, e nesse tipo de cenário, a maioria se volta ao instinto, ao impulso, ao medo de perder. Eu não. Eu estudo e prevejo o caos antes que ele se manifeste, porque quando a desordem explode diante dos olhos dos despreparados, já é tarde demais para controlá-la.

    Uma 6-way é o retrato perfeito dessa desordem: alianças momentâneas seguidas de traições previsíveis, oportunismo barato, desespero travestido de coragem. Alguns entrarão pensando em eliminar o mais forte, talvez desafetos históricos poderão encontrar na agressividade uma maneira de conseguir a vitória enquanto outros tentarão se esconder até o momento oportuno. Mas a final não será vencida pelo mais agressivo, nem pelo mais carismático ou pelo mais resiliente, e sim pelo homem que compreender que ali não existem adversários individuais, existe um sistema instável esperando para ser manipulado por um cara como Corey Graves. Enquanto cinco homens se preocupam em reagir ao que acontece no ambiente, eu me preocupo em provocar os eventos chave que acontecem ao redor. Essa é a diferença.

    Falei antes sobre virtù e fortuna. Fortuna trouxe cada um desses finalistas até a última etapa. Lesões evitadas. Decisões corretas por segundos. Erros mínimos dos outros. Mas fortuna é volátil. Fortuna muda de lado quando a pressão aumenta. Virtù permanece.
    E virtù é a capacidade de manter clareza quando cinco pares de olhos te observam como ameaça, porque sejamos honestos, entre aqueles que atravessarem a cortina haverá um consenso silencioso, Graves é o homem a ser neutralizado, o obstáculo final. E está tudo bem, pois 5 mentes desesperadas jamais podem se equiparar a uma mente estruturada.

    Uma 6-way exige leitura constante de posicionamento, tempo e desgaste. Exige saber quando atacar alguém já enfraquecido. Exige saber quando sair do raio de colisão. Exige compreender que, em um ambiente onde todos podem perder sem serem derrotados diretamente, a maior arma não é força, mas a paciência, por que acham que cheguei até aqui? Mais uma vez, depois de tantos eventos e empresas, o padrão se repete. Inegável, incontestável, porque enquanto cinco homens estarão lutando para vencer a final… eu estarei lutando para governar sobre seu resultado.

    O que está em jogo não é apenas o título da companhia. É o contrato implícito com o topo da Wrestling Society. É o direito de olhar para o cinturão e saber que o caminho até ele foi atravessado em meio ao pior tipo de cenário possível, imprevisível, brutal e saturado do ego de homens que entram na final acreditando que são sobreviventes. Podem até ser, mas apenas um sairá como soberano. Eles ainda pensam que o torneio foi sobre provar algo. Eu sempre soube que foi sobre assumir o posto que é meu não só porque é o único resultado digno, mas porque é o único que pode sustentar essa companhia. Virtù molda o momento. Fortuna apenas o oferece, e na grande final, eu não estarei esperando a oportunidade. Eu serei a minha própria oportunidade.

    Virtù. Fortuna.

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